sexta-feira, 4 de junho de 2010


Biorama
O Parque Biológico de Gaia abriu este grupo de exposições no Dia Mundial do Ambiente, em 5 de Junho.
Este novo complexo de exposições reconstitui vários biomas - ou grandes comunidades ecológicas do nosso planeta -, tais como a savana, a floresta tropical e o ambiente mesozóico.
Pretende-se com esta mais-valia do Parque que os seus visitantes, através da compreensão da história e da ecologia do planeta, percebam melhor a biodiversidade da Terra e as adaptações conseguidas perante ambientes específicos que permitem a existência de tantas espécies.

Grifo- abutre-fouveiro (Gyps fulvus)
abutre-fouveiro (Gyps fulvus), também conhecido pelo nome de grifo, é um abutre que ocorre nas montanhas do sul da Europa, do sudoeste asiático e da África. Tais abutres chegam a medir até 1 metro de comprimento e 2,7 metros de envergadura, e pesam de 6 a 12 kg.
Alimenta-se quase exclusivamente de carne morta, passando longo tempo a pairar alto no céu à procura de cadáveres, voando em círculos. Em voo tem uma silhueta típica, enormes asas, muito maiores que o corpo, cauda curta e arredondada, completamente aberta, e pescoço encolhido. É normalmente gregário e estabelece colónias de até 200 casais. Registaram-se casos raros de grifos atacarem presas vivas, especialmente animais jovens, fracos ou doentes.
A parte superior e inferior do corpo apresenta uma cor castanha clara, distinguindo-se as rémiges e a cauda pretas. O pescoço apresenta um colar espesso de penas claras na base, sendo depois coberto de pequenas penas brancas até à cabeça, com um aspecto lanoso. Tem patas cinzentas bastante débeis, pois não as usa para agarrar as presas como as águias.
Nidifica em saliências ou fendas de escarpas rochosas, construindo um ninho de gravetos e ervas. Em uma postura anual, entre Janeiro e Junho, põe um só ovo, branco, que eclode ao fim de 48 a 54 dias. A cria demora 110 a 115 dias até ter condições de realizar o primeiro voo. Os dois progenitores revezam-se a incubar o ovo e depois, a alimentar a cria. Ao contrário de outras aves, esta, se não receber a quantidade de alimento necessária, é incapaz de atrasar o seu crescimento, morrendo de inanição.
Na Península Ibérica o seu número tem vindo a crescer desde 1980, quando existiam apenas cerca de 1000 exemplares. No entanto, desde que as normas da UE proibem o abandono de gado morto no campo, sobretudo a partir da crise das vacas loucas, o alimento para estes animais diminuiu, o que deu origem à diminuição da sua população no resto da Europa.
Em Portugal, o grifo distribui-se sobretudo pelas zonas fronteiriças. As principais colónias situam-se no Parque Natural do Douro Internacional, no Parque Natural do Tejo Internacional e nas Portas de Ródão.


Grifo na mitologia
Grifo é na mitologia um animal com cabeça e asas de águia, e corpo de leão. Fazia seu ninho perto de tesouros e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro.

Pedro Ribeiro

Águia calçada parque biologico de gaia


Águia pequena, águia-calçada ou águia-de-botas são aves de rapina.
Tem cerca de 47 cm de comprimento e uma envergadura de 120 cm. Esta ave está classificada na família accipitridae.
Esta ave caça pequenos mamíferos, répteis e outras aves.
A águia habita no sul da Europa, norte da África, também encontramos a em montanhas, e em campos abertos.
Estas aves podem por entre um a dois ovos em ninho ou em rochedo.

Rúben Lopes

Visita o parque biológico de Gaia


O parque biológico de Gaia é uma pequena reserva natural de características únicas, este não é uma reserva natural, não é um jardim zoológico nem um jardim botânico mas têm um pouco disto tudo.
O parque biológico têm como total 35 hectares, e lá , podemos ver bosques, quintas e casas rurais,espigueiros e também o rio Febros que atravessa o parque e movimenta os moinhos

No parque podemos observar também animais em liberdade e outros em cativeiro,este só não estão em liberdade pois não estão em pleno para isso e a sua libertação poderia causar a sua morte.

podemos visitar o parque em qualquer estação ou época do ano, pois cada uma delas têm as suas particularidades e beleza natural.

Nós fomos no dia 7 de Maio, vimos a beleza do parque num dia chuvoso. Vi muitos animais, entre eles vi em liberdade coelhos bravos,ratos de água,algumas especíe de aves e também esquilos.Em cativeiro vi raposas, cabras-bravas,grifos, corços, araras,gansos,cisnes, e muitos mais...

O animal que mais me fascinou foi um pequeno corço chamado Matias, é um animal que cativa toda a gente pela sua beleza,raridade e simpatia.

Aconselho toda a gente a visitar o parque pois é um percurso muito agradável de fazer e que vão querer repetir.


Joana Magalhães

Corço


O Corço é o mais pequeno membro da família dos cervídeos europeus. Trata-se de um herbívoro cuja conformação corporal está adaptada ao salto. Em Portugal estão descritas duas áreas populacionais: a norte do Douro (populações selvagens) e a sul do Douro (populações reintroduzidas com fins cinegéticos).
Os corços do Parque são de cativeiro, originários de França.
Mesmo assim, são animais tímidos, pelo que, não havendo silêncio, será difícil vê-los.
Habitat: O corço tem preferência por áreas de mosaico, formadas por bosques e zonas abertas com prados, matos ou áreas agrícolas. Faz o seu "ninho" e repousa em zonas de bosque cerrado.
Luís Couto

No parque Biológico de Gaia existe vários tipos de espécies,algumas delas em recuperação. Quem passar pelo percurso de descoberta da Natureza do Parque Biológico de Gaia vê um pequeno bando de cegonhas-brancas num espaço relvado.
Se observar bem,verá que algumas têm ar de quem está a recuperar,porque o parque recebeu durante o ano passado várias cegonhas-brancas com diferentes origens.
Chegaram de vários sítios do paìs, como do centro de recuperação da Ria Formosa, no Algarve, do de Monsanto, em Lisboa, e do centro de recuperação da Universidade de Trás-dos-Montes e Alto-Douro, em Vila Real.
Há agora um grupo de seis que pretendemos ver aumentado,até porque nem todas estão irrecuperáveis. Espera-se então que após uma muda de pena, a capacidade de voo seja recuperada em duas das cegonhas-brancas e que estas possam ser vistos a sobrevoar o Parque.




Andreia Coelho

furão do parque biologico de gaia


O Furão

O furão é um dos animais do parque biológico de gaia, o furão é mamífero carnívoro da família dos Mustelídeos, não esta em perigo de via de extinção. Existem diversas espécies de mustelídeos, sendo a mais conhecida o furão, utilizado como animal de estimação em vários países do mundo.

Durante muito tempo, a principal utilização humana dada ao furão encontrava-se na caça, uma vez que, dotado de corpo magro e alongado e uma enorme curiosidade natural, o furão está adaptado para entrar em buracos e espantar quer roedores, quer coelhos para fora de suas tocas.

Continua ainda a ser usado para a caça em alguns países, tais como o Reino Unido e a Austrália, onde os coelhos são considerados pragas e a combinação de uma pequena rede com um ou dois furões contínua sendo uma técnica muito utilizada, apesar dos avanços tecnológicos actuais. Contudo, esta prática é considerada ilegal em muitos países, devido principalmente à incerteza sobre a possibilidade de existirem desequilíbrios ecológicos com a sua disseminação.

Pedro Teixeira